Uma mulher que, atualmente, mora em Florianópolis busca informações sobre seus pais biológicos e as circunstâncias de sua separação, no início da década de 1980, em Joaçaba.
Criada por uma família adotiva, ela procura informações sobre seus familiares biológicos. Conforme os documentos que ela possui, ela foi acolhida no antigo Lar das Meninas de Joaçaba em 19 de julho de 1982. Na instituição, a menina era conhecida pelo apelido de “Pinha”.
Mãe teria sido internada no HUST
Uma das principais pistas envolve a mãe biológica, que provavelmente se chamava Arlete Simas, Arlete Simas do Amaral ou Arlete do Amaral.
De acordo com os relatos que chegaram até ela, Arlete teria precisado ser internada com urgência, possivelmente no Hospital Universitário Santa Teresinha (HUST), em Joaçaba. Na ocasião, mãe e filha teriam sido separadas.
Há informações de que a mulher teria falecido pouco tempo depois da internação e que, antes de morrer, manifestou o desejo de ver a filha novamente. No entanto, essas circunstâncias ainda precisam ser confirmadas.

Pai biológico também teria procurado pela filha
Outra informação importante é a de que o pai biológico teria ido a Joaçaba anos atrás para tentar encontrar a menina. Entretanto, segundo os relatos, ele não teria conseguido levá-la de volta porque ela já havia sido registrada pela família adotiva.
A mulher também busca esclarecer sua data de nascimento e os nomes que podem ter sido utilizados na época. Acredita-se que ela tenha nascido entre julho e setembro de 1980 ou 1981, possivelmente registrada como Rosemar Mattos, Rosemar Simas ou Rosemar do Amaral.
Qualquer informação pode ser importante para ajudar a reconstruir essa história. Pessoas que reconheçam algum dos nomes citados ou que tenham lembranças relacionadas ao caso podem entrar em contato com a Rádio Líder.
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