Depois de perder filha em incêndio, casal comemora nascimento de bebê

Depois de perder filha em incêndio, casal comemora nascimento de bebê
Depois de perder filha em incêndio, casal comemora nascimento de bebê

Dez meses depois do incêndio que tirou a vida da filha de dois anos, o casal, Leonardo e Maiara Ribeiro, comemoraram a chegada do novo filho. Residindo atualmente em Capinzal, Leonardo relatou à reportagem da Rádio Capinzal que foram passear na casa na mãe no final de ano na cidade de Caçador, onde na terça-feira (2) nasceu Carlos Miguel Ribeiro.

Pesando 4,700 kg, o “bebezão” trouxe a alegria de volta à família, que precisou superar a morte da pequena Emily, que teve 90% do corpo queimado em incêndio que aconteceu na manhã do dia 28 de fevereiro do ano passado em Lacerdópolis.

Leonardo conta que ficou muito abalado com o ocorrido, sendo que inicialmente não pretendiam ter outro filho. Porém, depois de alguns dias, o casal tomou a decisão em planejar um novo herdeiro.

“Eu mesmo não tinha ideia de ter outro filho. Pensava que nunca mais poderia amar outra criança como amava a Emily. Meu medo era de rejeitar outra criança, mas graças a Deus a gente nunca rejeita uma criança e estamos muito contentes”, comentou o pai, que fez questão de enaltecer a solidariedade da população de Capinzal e região.

Relembre

O incêndio aconteceu no começo da manhã da terça-feira, dia 28 de fevereiro de 2017, no centro de Lacerdópolis. A ocorrência foi registrada por volta das 8h50min na Rua Liberdade. Emily, que dormia em um quarto da casa, teve 90% do corpo atingido pelas chamas. O tio que dormia no quarto ao lado teria percebido o fogo que estava se espelhando pela casa. O morador disse que jogou água sobre o corpo da sobrinha. A menina foi resgatada pelo SAMU e encaminhada ao Hospital Universitário Santa Terezinha de Joaçaba.

A menor foi transferida para o Hospital Infantil Joana de Gusmão em Florianópolis, onde passou por alguns procedimentos cirúrgicos, mas devido à gravidade dos ferimentos foi a óbito no dia 06 de março.

De acordo com o diretor do IGP, João Barneche houve sobrecarga elétrica em virtude do fio do carregador do celular estar com a parte plástica desgastada. O fio estava encostado no colchão onde dormia a menina de dois anos. O material inflamável colaborou para o surgimento do incêndio.

Fonte: Jardel Martinazzo/Rádio Capinzal

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