Professores de Joaçaba tem pesquisa publicada pela Federação Mundial de Badminton

Os professores Anderson Andres e Diego de Carvalho, tiveram seu estudo publicado pela Federação Mundial de Badminton (BWF). A pesquisa científica, que foi financiada pela BWF, foi realizada em parceria entre a Associação Meio Oeste de Badminton, o Programa de Mestrado em Biociências e Saúde da Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC) e o Centro de Treinamento das Astúrias na Espanha que tem como responsável o Técnico Francisco Alvarez Dacal, coordenador da área de desenvolvimento e formação de atletas na Espanha.

Os professores Anderson Andres e Diego de Carvalho, tiveram estudo publicado pela Federação Mundial de Badminton (BWF).
Os professores Anderson Andres e Diego de Carvalho, tiveram estudo publicado pela Federação Mundial de Badminton (BWF).

Nesta pesquisa foram analisados os resultados de jovens atletas Brasileiros, Espanhóis, Franceses, Ucranianos, Escoceses, Ingleses, Eslovenos e Equatorianos.

O objetivo do estudo foi verificar diferentes parâmetros neurais e comportamentais que denotam antecipação em jovens atletas profissionais e comparar com atletas iniciantes de nível competitivo na modalidade. Para isso os professores simularam situações reais que ocorrem nas partidas de Badminton e depois compararam os dados com uma tarefa virtual da modalidade realizada no computador. Isso permitiu comparar desempenhos de antecipação dos atletas profissionais e iniciantes em diferentes condições controladas.

“Os resultados demonstram que jogadores avançados cometem menos erros quando fazem uma antecipação de jogada quando comparados aos iniciantes, também se verificou que a velocidade de antecipação em atletas avançados é maior que em atletas iniciantes, esses dados são importantes para o Badminton já que em uma partida a velocidade de reação de um atleta é fundamental para que ele esteja em uma situação de ataque ou de defesa, esses dados mostram a importância em se trabalhar a velocidade de reação nos atletas de Badminton”, explica Anderson Andres.

A hipótese é que atletas de alto nível utilizem outros recursos neurais e de aprendizagem motora para as antecipações dentro da partida de Badminton quando comparados a atletas iniciantes. Nesse contexto, a modalidade de Badminton está classificada dentro dos esportes de raquete como a mais rápida existente. “A peteca, quando rebatida, pode ultrapassar os 400Km/h. Como é um esporte muito dinâmico, faz com que o jogador tenha frações de segundo para tomar decisões, ocorrendo assim, um ponto determinante entre a resposta assertiva ou a falha”, salientam os professores no estudo.

O professor Anderson Andres é técnico da Associação Meio Oeste de Badminton, Técnico Nível II Internacional da BWF. Trabalha com a modalidade de Badminton na Coordenadoria de Esportes de Joaçaba. E o professor Diego de Carvalho é Doutor em Fisiologia pela Universidade de São Paulo e atualmente é professor do Mestrado em Biociências da Saúde e de cursos de Graduação da Universidade do Oeste de Santa Catarina.

Fonte: Nativa

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