Câmara cria Comissão Especial para avaliar fechamento de escolas

Em sessão extraordinária, na tarde desta terça-feira (01), os vereadores aprovaram a Resolução nº 004 que prevê a criação de uma Comissão Especial Para Análise e Emissão de Relatório Sobre a Possibilidade de Encerramento ou de Realocação de Turmas e Unidades Educacionais do Município de Joaçaba. A comissão tem como presidente o vereador Ricardo Antonello (PR), vice-presidente Luiz Vastres (PSD) e como relator o vereador Almir Pastori (PSDB), os três que já compõe a Comissão de Educação na Câmara. Os dois novos membros a integrar esta Comissão Especial são os vereadores Diego Bairros (PSD) e Sergio Favretto (PT).

Câmara cria Comissão Especial para avaliar fechamento de escolas
Câmara cria Comissão Especial para avaliar fechamento de escolas

A comissão tem como objetivo avaliar as condições das unidades de ensino que podem ser fechadas, conforme anunciado pela Prefeitura. Nesta avaliação, se pretende aferir as instalações físicas das unidades, número de alunos, professores, possíveis gastos gerados mensalmente em cada escola, inclusive com transporte escolar. Pois, conforme informações da secretaria de Educação do município, o fechamento das unidades se daria devido as limitações das instalações físicas e também pela economia de recursos. Um relatório será elaborado e apresentado nas próximas duas semanas, conforme prevê a Resolução.

Câmara não pode deliberar sobre o fechamento das escolas

A possibilidade de fechamento de algumas escolas tem gerado um descontentamento entre a população, especialmente entre pais dos alunos que serão afetados. Desde que este assunto chegou as escolas, os vereadores tem demonstrado interesse em reverter esta situação. Eles participaram de diversas reuniões com pais, comunidade e Poder Executivo onde manifestaram o desejo de que as escolas sejam mantidas em atividade. Porém, não cabe ao Poder Legislativo deliberar sobre este tema.

“Infelizmente, neste caso, não é necessário que a Prefeitura encaminhe um projeto para que seja votado na Câmara. Se tivéssemos que votar certamente seriamos contrários e o projeto não passaria. Temos feito o que está ao nosso alcance para que esta situação seja revertida”, afirma Chico.

Fonte: Adriana Panizzi/Assessoria de Comunicação

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