Advogada presa por suspeita de envolvimento com o PGC ficará em prisão domiciliar

Em uma decisão com muitas reviravoltas, a Defesa da Advogada de Água Doce, presa na operação Balthus conseguiu Deferimento de Habeas Corpus do Superior Tribunal de Justiça em Brasília. O Remédio Processual foi impetrado pelos advogados Éber Marcelo Bundchen e Darlan de Lima, sendo que após muita ponderação o STJ concedeu a liminar para substituir a prisão preventiva pela domiciliar.

Advogados Éber Marcelo Bundchen e Darlan de Lima

O Ministro relator entendeu que a advogada preenche todos os requisitos previstos na lei penal para responder o processo em seu domicílio sem a necessidade de permanecer em cárcere, considerando que as decisões anteriores não demonstraram nenhuma situação excepcional para mantê-la presa. Foi a primeira decisão favorável da grande operação realizada pelo GAECO na nossa região que gerou a prisão de pelo menos três pessoas. A advogada ainda permanece suspensa de exercer a advocacia.

Relembre

Na sexta feira (14/06), mais uma advogada foi presa em operação do GAECO em nossa região. O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e o Grupo Estadual de Enfrentamento a Facções Criminosas (GEFAC) deflagraram a Operação “BALTHUS”, em apoio à investigação conduzida pela 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joaçaba. Segundo informações apuradas pela Rádio Líder, trata-se de uma advogada que atua no município de Água Doce.

A expedição desse mandado de prisão já é consequência da análise dos documentos apreendidos durante a operação que iniciou na manhã de quinta-feira (13/6). 

O cumprimento desse mandado de prisão expedido pela Vara Criminal da Comarca de Joaçaba é resultado da Operação Balthus e que investiga advogados suspeitos de abusar de suas prerrogativas profissionais para facilitar a comunicação entre os presos. 

Veja agora

Carro despenca no Rio do Tigre após saída de pista em Joaçaba

Um carro caiu no Rio do Tigre após sair da pista na manhã desta sexta-feira …